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A Volta é a Volta, não há volta a dar!

A Volta é a Volta e quanto a isso não há volta a dar. Luzes, câmara, acção. Dêem passagem ao colorido pelotão. Esta é a festa do ciclismo e das marcas a si associadas, tanto à prova como às equipas. É a oportunidade maior de visibilidade, completa e televisionada.   A Volta a Portugal vai na 84ª edição e, em tantos anos de existência, nunca conseguiu passar indiferente aos amantes de ciclismo. Nacionais ou estrangeiros, os adeptos da modalidade aguardam pela prova rainha lusa com o mesmo entusiasmo e algumas críticas à mistura. Mas assim são os grandes eventos, sempre a despertar paixões exacerbadas e uma multiplicidade de opiniões.   O ciclismo é o desporto de proximidade por excelência, que permite o contacto directo com os seus heróis para uma fotografia, uma palavra de ânimo, um pedido de bidon para guardar de recordação. A isto podemos assistir ao longo do ano, mas em particular no dia de visita à Volta a Portugal, na segunda etapa que ligou Abrantes a Vila Franca de Xira...

Cinco momentos-chave da época lusa de estrada 2022

Passamos em revista os cinco momentos-chave que, para o Cycling & Thoughts , marcaram a época lusa de estrada em 2022. 1. A QUEDA DA W52-FC PORTO Estávamos no final de Abril, numa das mais importantes competições da época organizada por um dos principais meios de comunicação social, o Global Media Group detentor dos jornais O Jogo, Jornal de Notícias, Diário de Notícias e da estação de rádio TSF, apenas para abordar os mais impactantes no mercado dos media. Na madrugada da penúltima etapa do Grande Prémio O Jogo, acordou-se para uma dolorosa realidade: buscas no hotel onde estava a equipa W52-FC Porto e buscas em casa dos ciclistas, a que se seguiram manchetes nos jornais e destaque na televisão, que raramente o ciclismo consegue usufruir ao longo da época.  Não se pode dizer que nada fazia antever este desfecho. Embora muitos dos rumores que pululam no seio do pelotão não passem disso mesmo, rumores, neste caso sentia-se ao longo dos tempos uma assertividade tão grande na base...

RTP líder de audiências com 83ª Volta a Portugal

Tal como nos anos anteriores, em 2022 a Volta a Portugal repetiu os bons resultados em termos de audiências televisivas. A estação pública de televisão RTP1 garantiu a liderança em algumas das etapas, comprovando-se que a prova rainha do ciclismo nacional continua a conquistar os corações dos adeptos da modalidade. Prólogo Volta a Portugal 2022 (foto: Helena Dias)

RTP lidera audiências com 82ª Volta a Portugal

A 82ª Volta a Portugal , ganha pelo corredor português Amaro Antunes (W52-FC Porto), esteve em alta na RTP . Entre os dias 4 e 15 de Agosto, o directo das etapas da prova rainha do ciclismo nacional rendeu bons níveis de audiência à estação pública de televisão, em particular as etapas de montanha com final em alto (Et3/Et4/Et5/Et8/Et9), nas quais a RTP venceu a concorrência. Durante a semana, bateu-se no mesmo horário com dois dos maiores profissionais da comunicação em Portugal, na SIC o programa “Júlia”, de Júlia Pinheiro, e na TVI o programa “Goucha”, de Manuel Luís Goucha. No comando da emissão esteve o jornalista Gonçalo Ventura, o comentador Marco Chagas e na moto-reportagem Hugo Sabido . Apresentação de equipas da 82ª Volta a Portugal (© Helena Dias)

Alejandro Marque: “É uma sensação única saber que tenho a amarela no quarto”

Em dia de descanso na 82ª Volta a Portugal, o líder da camisola amarela Alejandro Marque (Atum General-Tavira-Maria Nova Hotel) acedeu a conversar com o Cycling & Thoughts sobre o momento que está a viver na liderança da classificação geral da prova rainha lusa, a vitória na Torre e os principais rivais, para além das equipas portuguesas o jovem Abner González, da Movistar Team. Aos 39 anos de idade, o galego Alex como é carinhosamente conhecido, volta a viver o sonho da camisola amarela na Volta a Portugal, que já conquistou em 2013. Alejandro Marque como rei da Torre e líder da camisola amarela (© João Fonseca)

82ª Volta a Portugal: percurso, equipas e favoritos na opinião de Marco Chagas

A 82ª Volta a Portugal está na estrada entre os dias 4 e 15 de Agosto. Numa edição mais direccionada para trepadores com cinco finais em montanha, a ‘Portuguesa’ reúne um leque de 18 equipas, onde se destaca o regresso do escalão WorldTour com a espanhola Movistar Team, 19 anos depois da sua última participação, então designada Banesto. Lisboa é o palco eleito para o começo desta edição, que irá percorrer 1568 km até ao grande final em Viseu.   Para uma antevisão especializada sobre os principais destaques do percurso, as equipas e os favoritos à vitória da classificação geral, estivemos à conversa com Marco Chagas , o grande campeão português, detentor de quatro vitórias da camisola amarela (1982, 1983, 1985 e 1986) e mais de 20 vitórias em etapas na Volta a Portugal. Logo no primeiro ano em que disputou a Volta, com apenas 19 anos de idade, Marco Chagas terminou em 6º na geral e venceu três etapas. Em 2021, vai estar de novo a comentar diariamente a prova rainha na estação públi...

Volta a Portugal 2020 garante boas audiências à RTP

Em 2020, a Volta a Portugal foi para a estrada em formato de Edição Especial. Em consequência da pandemia, a prova rainha do ciclismo nacional foi encurtada para nove dias de competição, longe do tradicional mês de Agosto, celebrando-se entre 27 de Setembro e 5 de Outubro, sob a organização da Federação Portuguesa de Ciclismo. A estação pública de televisão RTP foi novamente o principal veículo de transmissão da prova, ultrapassando os 500.000 telespectadores no derradeiro dia de consagração de Amaro Antunes (W52-FC Porto) como vencedor da camisola amarela.   Final da Volta a Portugal 2020, Lisboa (© Helena Dias)

Amaro Antunes: “Caso fique em Portugal, os planos não passam por mudar de equipa”

Aos 29 anos, Amaro Antunes alcançou a vitória sonhada por muitos corredores portugueses: a camisola amarela da Volta a Portugal. Semanas volvidas da importante conquista da prova rainha nacional, o ciclista da W52-FC Porto divide o tempo entre a família, os treinos, as inúmeras solicitações para entrevistas e o seu Clube de Ciclismo Amaro Antunes, projecto de formação de jovens ciclistas iniciado em 2017. Entre a azáfama diária, conseguimos falar com Amaro Antunes sobre a vitória da Volta a Portugal e o que o futuro lhe reserva.  

5 Conclusões da Volta a Portugal 2020

1. O VENCEDOR   Amaro Antunes conseguiu a tão sonhada camisola amarela. O corredor de 29 anos tornou-se no mais recente vencedor da Volta a Portugal, após o regresso ao pelotão nacional vindo de duas épocas no estrangeiro com a CCC, equipa polaca com a qual venceu, em 2018 no escalão Profissional Continental, a última etapa e a geral do Tour of Malopolska e, em 2019 no WorldTour, esteve perto de vencer uma etapa no Giro d’Italia, ao ser 3º na chegada a San Martino di Castrozza. Chegado a 2020, entregou à W52-FC Porto não só a vitória da geral, como também o triunfo da mítica etapa da Sra. da Graça. O Futebol Clube do Porto chegou assim à quinta vitória consecutiva na Volta a Portugal, contando já com 17 conquistas no total, desde que o clube chegou ao ciclismo em 1945. Após uma pausa, regressou à modalidade em 2016, juntando-se à W52, que já contava com três vitórias.

António Carvalho triunfa em Setúbal

António Carvalho (Efapel) atacou às primeiras rampas da Arrábida e uma avaria quase que lhe roubou o sonho de vencer em Setúbal. Contudo, a sorte e a qualidade de trepador estiveram do seu lado, agarrando mais uma vitória na prova rainha, após ter conquistado a Senhora da Graça na edição transacta. Amaro Antunes (W52-FC Porto) segurou a camisola amarela, a um dia do final da Edição Especial da Volta a Portugal.   António Carvalho vence em Setúbal (© HelenaDias)

Daniel McLay bisa na Volta a Portugal

O britânico Daniel McLay (Team Arkéa-Samsic) provou ontem o sabor da vitória na Volta a Portugal e hoje bisou com mais um triunfo ao sprint na chegada a Torres Vedras. Sem qualquer alteração nos lugares cimeiros da classificação geral, Amaro Antunes (W52-FC Porto) manteve a camisola amarela da Edição Especial da Volta a Portugal.   Daniel McLay dá novo triunfo à Arkéa-Samsic (© Helena Dias)

Daniel McLay entrega triunfo ao sprint à Arkéa-Samsic

O britânico Daniel McLay rematou com uma vitória ao sprint o tremendo trabalho de aproximação à meta realizado pela sua equipa Arkéa-Samsic. O corredor de 28 anos quebrou assim o enguiço desta temporada, alcançando a primeira vitória do ano em Águeda. Amaro Antunes (W52-FC Porto) manteve a camisola amarela em mais um dia da Edição Especial da Volta a Portugal.   Daniel McLay triunfa em Águeda (© Helena Dias)

Joni Brandão conquista Torre sem abalar a classificação geral

Ao quinto dia da Edição Especial da Volta a Portugal, Joni Brandão (Efapel) alcançou na sua carreira a primeira vitória em etapa na prova rainha. Uma vitória bastante especial por ser no alto da mítica Torre, na Serra da Estrela. Contudo, apenas conseguiu cortar três segundos à vantagem detida pelo camisola amarela, estando na geral a 1m20s de Amaro Antunes (W52-FC Porto).   Joni Brandão conquista a Torre (© Helena Dias)

Oier Lazkano em fuga triunfal na Volta a Portugal

O jovem corredor basco Oier Lazkano, da Caja Rural-Seguros RGA, empreendeu uma fuga solitária de 53 quilómetros para a vitória da terceira etapa, em Viseu. Amaro Antunes (W52-FC Porto) manteve a liderança da camisola amarela, ao final da jornada que antecede a segunda chegada mítica da Edição Especial da Volta a Portugal, o alto da Torre.   Oier Lazkano exausto, após gloriosa vitória em Viseu (© HelenaDias)

Amaro Antunes, crónica de uma vitória anunciada

As chegadas míticas são por norma etapas-chave na luta pela camisola amarela e a Senhora da Graça assim o testemunha edição atrás de edição. Amaro Antunes e a W52-FC Porto sabem-no melhor do que ninguém e fizeram valer os pergaminhos de outros anos para chegar à vitória da segunda etapa da Edição Especial da Volta a Portugal.   Amaro Antunes conquista Sra. da Graça (© FPC)

Gustavo Veloso veste camisola amarela no primeiro dia da Volta a Portugal

Gustavo Veloso (W52-FC Porto) cumpriu um objectivo há muito delineado: sagrar-se vencedor do prólogo da prova rainha. Em Fafe, o galego de 40 anos foi o homem mais rápido a pedalar os 7 quilómetros, com o tempo de 9m39s, vestindo a primeira camisola amarela da Volta a Portugal Edição Especial 2020. Gustavo Veloso veste amarela no primeiro dia da Volta a Portugal Edição Especial 2020 (© FPC)

Pelotão da Volta a Portugal 2020: favoritos e nomes em destaque

Está prestes a começar a Edição Especial da Volta a Portugal , organizada pela Federação Portuguesa de Ciclismo com o importante apoio dos Jogos Santa Casa, que dá nome à camisola amarela. Entre 27 de Setembro e 5 de Outubro teremos nove dias de prova rainha, numa época marcada pela pandemia, que chegou a colocar em causa a sua realização, o que se revelaria trágico para a sobrevivência e continuidade da maioria das equipas nacionais. Para todos os corredores das equipas lusas, o simples facto de correr a Volta este ano é já uma grande vitória. Passada a tormenta, é hora de olhar aos favoritos à vitória da camisola amarela e ao que poderão fazer as 14 equipas que compõem o pelotão. João Rodrigues (W52-FC Porto), Joni Brandão (Efapel) e Delio Fernández (Nippo Delko One Provence) são favoritos ao lugar mais alto do pódio.

Volta a Portugal – Edição Especial 2020

A Volta a Portugal 2020 (UCI 2.1) irá preencher as estradas com a serpente colorida do pelotão entre 27 de Setembro e 5 de Outubro. Composta pelo prólogo e oito etapas, num total de 1183,1 quilómetros, a prova rainha dará o tiro de partida em Fafe e cerrará o pano em Lisboa, numa Edição Especial organizada pela Federação Portuguesa de Ciclismo, após a Podium Events alegar ser inviável a organização da 82ª edição. Como sempre, a prova terá transmissão na estação pública de televisão RTP.

Entrevista a Tiago Machado: “A nossa Volta continua a ser uma das grandes provas do mundo”

Dez anos separaram Tiago Machado da Volta a Portugal. Em 2019, com a equipa Sporting-Tavira, regressou ao pelotão nacional, após nove anos a protagonizar grandes exibições ao mais alto nível no pelotão internacional. Radioshack, NetApp-Endura e Katusha foram as esquadras nas quais se destacou pela qualidade manifestada nas maiores corridas mundiais, desde as três grandes voltas, as famosas clássicas e até as corridas norte-americanas.

Entrevista a Joni Brandão: “Queria muito ter ganho a Volta a Portugal”

A poucos meses de celebrar o 30º aniversário, Joni Brandão (Efapel) levou a discussão da 81ª Volta a Portugal Santander até ao último cruzar de linha na Avenida dos Aliados. Partiu de camisola amarela para o decisivo contra-relógio individual com o mesmo tempo de João Rodrigues (W52-FC Porto), que acabou por ganhar a prova rainha com 27s de vantagem. Repetiu o segundo lugar do pódio, alcançado já em 2018 e 2015, mostrando ao longo da época e na Volta a Portugal o melhor Joni de sempre, conseguindo o feito de levar a discussão entre duas equipas até ao último segundo da mais mediática prova lusa, algo que não sucedia desde 2012 com a vitória de David Blanco (Efapel-Glassdrive) por 22 segundos sobre Hugo Sabido (LA Alumínios-Antarte).