O mote foi dado num comentário a uma publicação na minha página de facebook por João Carlos Bernardino: “Não deixem morrer os Circuitos” . Esta frase ficou na minha cabeça ao longo destas duas semanas em que estive presente em seis Circuitos, corridas tradicionais que marcam as últimas pedaladas da temporada lusa. Este é o quarto ano consecutivo que assisto aos circuitos portugueses. Ali, o ciclismo é saboreado na sua verdadeira essência, longe do glamour da Volta a Portugal e de outras corridas de maior imponência, que o calendário oferece. Ali, o contacto com os ciclistas prolonga-se pelas diversas voltas aos curtos percursos que serpenteiam as localidades, que fecham as suas estradas para receber o colorido do pelotão.
de Helena Dias