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A mostrar mensagens com a etiqueta Paris-Roubaix

Notícias Diárias Cycling & Thoughts

Nas Notícias Diárias Cycling & Thoughts desta segunda-feira:   Amaro Antunes: Venci! (Imagem);  Fernando Grijalba vence etapa no Tour de Filipinas; Wildcards Paris-Roubaix; Entrevista a Francisco Campos; Alejandro Valverde e as 100 vitórias; Melhores momentos 4º dia Campus Actívate Calpe (Vídeo).

Notícias Diárias Cycling & Thoughts

Nas Notícias Diárias Cycling & Thoughts desta quarta-feira: Volta ao Algarve: Gaviria triunfa em Lagos; Tour of Oman: Rui Costa 2º na vitória de Ben Hermans; Vuelta a Andalucia: Valverde triunfa em Granada; CPA intervém junto à UCI sobre travões de disco; Mais empedrado na rainha das clássicas Paris-Roubaix 2017; Promo IV Challenge Castilla y León 2017 (Vídeo).

Mathew Hayman e a doce loucura de vencer Roubaix

Paris-Roubaix é tudo ou nada, ou se ama ou se odeia. Mathew Hayman (Orica-GreenEdge), australiano prestes a completar 38 anos no dia 20 de Abril, tem desde sempre a rainha das clássicas no seu coração. Na sua 15ª participação, aconteceu o que parecia impossível alcançar na sua longa carreira. Venceu Paris-Roubaix, contra todas as expectativas, batendo na linha nada mais do que Tom Boonen (Etixx-Quick Step), belga que já venceu por quatro vezes o “Inferno do Norte”.

Paris-Roubaix, o conto de fadas de Wiggins

Há muitos séculos atrás, conta a lenda que se forjava a espada Excalibur na ilha de Avalon, arma que se tornaria letal nas mãos de King Arthur na defesa do reino da Grã-Bretanha. Séculos volvidos, nas fábricas da Pinarello forjou-se aquela que seria a arma letal de Sir Bradley Wiggins (Team Sky) na defesa da rainha das clássicas, Paris-Roubaix. Na última batalha de King Arthur contra Sir Mordred, a vitória não o impediu de ser ferido mortalmente. Na sua última batalha no WorldTour, na qual “tens de estar disposto a morrer pela causa” [como referiu ao jornal The Guardian], Wiggins viu a vitória ferida de morte. Nem a Dogma K8-S pôde com a força dos seus rivais.  

Terpstra conquista a pedra preciosa de Roubaix

Pódio Paris-Roubaix 2014 (Foto  © ASO/B.Bade) Treze anos volvidos, um holandês voltou a segurar a pedra mais desejada da Paris-Roubaix. Em 2001 Servais Knaven, em 2014 Niki Terpstra (Omega) consegue o que muitos corredores sonham, mas poucos alcançam… a vitória da ‘Rainha das Clássicas’. À partida de Compiègne, a maioria dos 199 corredores tinha apenas um pensamento em mente. Chegar ao final dos 257 km de tão dura batalha e cruzar a meta no Velódromo de Roubaix. Poucos aspiravam realmente à vitória e hoje alguns nomes sobressaíam… Cancellara (TFR), Boonen (OPQ), Vanmarcke (BEL) e Sagan (CAN) pareciam os mais destinados em busca da  pedra  preciosa. Os quatro foram protagonistas, mas não ao início. Diferente em quase tudo, Paris-Roubaix não difere porém na tentativa de buscar a sorte numa fuga. Assim aconteceu com David Boucher (FDJ), Kenny de Haes (LTB), Andreas Schillinger (TNE), Michael Kolar (TCS), Clement Koretzky (BSE), Benoit Jarrier (BSE), Tim De Tro...

Paris-Roubaix, a Rainha das Clássicas

«Monumento de coragem, autêntico, intenso, lendário…» O domingo mais esperado do ano está a chegar. Nada poderá afastar o olhar dos amantes de ciclismo da televisão. Dia 13 de Abril, cerca de 200 heróis de 25 equipas vivem a Paris-Roubaix, mas nem todos conseguirão chegar ao final da 112ª edição do mais belo Monumento. Ao todo são 257 km que os ciclistas se atrevem a superar, dos quais 55 km em pavé . Os 28 sectores de impiedosas pedras prometem fazer deste percurso o habitual ‘Inferno do Norte’, apaixonante para os aficionados, uma tormenta para quem tenta pedalá-lo. Os mais cativantes sectores, pela sua máxima dificuldade, podem marcar a corrida: Trouée d'Arenberg (km 161,5), Mons-en-Pévèle (km 208) e Le Carrefour de l'Arbre (km 240). Quem supera o inferno até aqui, conta ainda com mais três sectores de menor dificuldade até à entrada no Velódromo de Roubaix, onde a coroação espera o grande vencedor e todos os que cruzam a meta, pois o facto de terminar é por...

A ti Paris-Roubaix, mi amor...

Sé por que te quiero tanto, por que no te olvido... Un día sentiré tus adoquines, un día miraré tu velódromo. Estar presente y cerrar los ojos mientras los ciclistas pasan por Trouée d’Arenberg, escuchando el sonido de las ruedas a envolver cada adoquín. En cada tramo un nuevo reto que el ciclista sabe como empieza, pero nunca como termina, pues el instinto parece ser más fuerte que la estrategia delineada. Es un bailado de cadenas que no se sabe si resisten a tu imponente trazado. En el velódromo la gloria espera no sólo al vencedor, sino también a todos los que logran alcanzar tu final, mi Infierno del Norte... Eres completa en todo tu esplendor, en un éxtasis de adoquines, tierra, barro, asfalto y pista. Quién te recorre se enamora al primer kilómetro. Eres dolor para unos, eres alegría para otros, eres inolvidable para todos... Paris-Roubaix, mi amor.