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A mostrar mensagens com a etiqueta Bruno Silva

Bruno Silva e Vítor Santos vencedores no ciclocrosse de Marrazes

Bruno Silva (Quinta das Arcas/Jetclass/Xarão) venceu a penúltima prova da Taça de Portugal de Ciclocrosse, cruzando a linha com o companheiro de equipa Vítor Santos, que festejou em Marrazes a vitória antecipada do troféu. No lado feminino, a vitória sorriu a Daniela Pereira (Saertex Portugal-Edaetech), vendo reforçada a liderança da geral.

No coração do pelotão da Volta a Portugal: Efapel

O  Cycling & Thoughts , juntamente para a  APCP (Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais), esteve presente nos tradicionais  Circuitos  lusos de final de temporada, aproveitando o momento para sentir o coração dos heróis das equipas nacionais que estiveram presentes na  79ª Volta a Portugal Santander Totta . Neste terceiro artigo, de uma série de seis, falámos com os oito elementos da equipa Efapel sobre as quatro questões: 1- O que foi o melhor da Volta? 2- E o pior da Volta? 3- Com que sentimento sais desta Volta? 4- Tens algum episódio caricato ou momento marcante na Volta? Descubram em seguida as respostas de Sérgio Paulinho, Daniel Mestre, Rafael Silva, Henrique Casimiro, Bruno Silva, António Barbio, Álvaro Trueba e Jesús del Pino.

Luís Gomes triunfa em Nafarros: “Foi uma vitória difícil”

Luís Gomes (RP-Boavista) conquistou a primeira vitória da temporada no Circuito de Nafarros, depois de se destacar na Volta a Portugal como o segundo melhor jovem em prova. Bruno Silva (Efapel) e Hugo Sancho (LA Alumínios-Metalusa-BlackJack) completaram o pódio em Sintra. Ao Cycling & Thoughts , Luís Gomes falou sobre o triunfo: “Foi uma vitória difícil. Um circuito com muitos ataques e contra-ataques e o vento que se fez sentir naquela subida tornou tudo mais complicado e duro durante as voltas. Tive a felicidade de estar bem fisicamente, consegui engatar na fuga e depois, nesta chegada ligeiramente a subir, consegui sprintar e vencer. Agradeço a todos os meus colegas de equipa pela ajuda que me deram durante toda a época e dedico esta vitória à minha família e à minha namorada.”

Retrospectiva 2016: LA Alumínios-Antarte

TEMPORADA MODESTA A LA Alumínios-Antarte é a esquadra que se segue na série de artigos contemplando uma retrospectiva da temporada 2016 das equipas continentais portuguesas. No ano em que a estrutura se despediu das estradas, as vitórias foram parcas para o grupo que terminou no 5º lugar do Ranking APCP Equipa do Ano.

Bruno Silva: “Foi uma época muito positiva”

Bruno Silva (LA Alumínios-Antarte) converteu-se no mais recente rei da montanha da Volta a Portugal , um título nada fácil de conquistar e que demonstra a sua grande qualidade de trepador. Ao longo da temporada, o ciclista de 27 anos destacou-se uma vez mais nas estradas lusitanas pela notável combatividade e capacidade de comprometido total com a sua esquadra, que terminou o ano num assinalável terceiro lugar do ranking nacional Equipa do Ano, promovido pela APCP - Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais.

Et10 Volta a Portugal: consagração de Gustavo Veloso

Lisboa recebeu os vencedores da 77ª Volta a Portugal . Gustavo Veloso (W52-Quinta da Lixa) resplandeceu de amarelo ao ser o grande vencedor da rainha lusitana, somando mais duas coloridas camisolas dos pontos e do combinado. Jóni Brandão e Alejandro Marque (Efapel) brilharam em 2º e 3º da geral. Bruno Silva (LA Alumínios-Antarte) foi o rei trepador, Aleksey Rybalkin (Lokosphinx) o jovem mais forte e a W52-Quinta da Lixa soberana entre as equipas, seguida da Rádio Popular-Boavista e da LA Alumínios-Antarte. O italiano Matteo Maluccelli (Team Idea 2010 ASD) conquistou a meta da capital lusitana.  

Et1 Volta a Portugal: fuga de impulsos

Fugas. Esses momentos de corrida em que dás tudo e esse tudo parece não chegar para vencer a etapa. Mal o km 0 é ultrapassado, a fúria de fugir ao pelotão invade os ciclistas e ninguém os pára até conseguirem essa almejada distância. Maioritariamente condenadas ao insucesso, são as fugas que animam dia após dia as corridas por etapas. Nesta que foi a mais longa jornada da 77ª Volta a Portugal , a fuga foi protagonista do princípio ao fim, mesmo não alcançando a vitória na linha de meta. Uma fuga feita de impulsos, de momentos sui generis que só a rainha lusitana consegue oferecer ao longo das suas edições. Por muitas corridas que veja, nenhuma consegue superar o interesse da Volta, dona de uma dinâmica muito própria.