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Mensagens

Entrevista a Rúben Guerreiro: “Temos ciclistas muito fortes para ganhar qualquer corrida”

Pela segunda vez na sua carreira, Rúben Guerreiro vive o sonho americano. Em sub-23, entrou para o pelotão internacional pela porta da norte-americana Axeon Hagens Berman e, em 2020, assinou contrato por dois anos com a EF Pro Cycling , a terceira equipa do escalão WorldTour com maior número de vitórias esta temporada. O corredor de 25 anos falou connosco sobre a carreira no mais alto escalão do ciclismo profissional, o momento actual de paragem das competições, como mantém a forma física e o delinear de novos objectivos.

Entrevista a Diogo Barbosa: “Correr o Tour de France é a minha maior ambição”

O corredor Diogo Barbosa corre, pelo segundo ano consecutivo, na Caja Rural-Seguros RGA amateur. Na equipa espanhola tem ganho novos horizontes e tem também acumulado a experiência de correr no pelotão internacional sub-23. Com apenas 19 anos, é uma das promessas do ciclismo luso, que procura vingar e construir uma carreira a nível internacional.   (© Facebook Diogo Barbosa)

Como os corredores mais jovens estão a lidar com a pandemia

Para alguns dos corredores do pelotão nacional, 2020 marca um importante momento nas suas vidas profissionais. Este é o ano de estreia no pelotão profissional, ao ingressarem em equipas do escalão continental. No entanto, aquela que deveria ser uma época de realização de um sonho transformou-se numa época repleta de dúvidas com o surgimento do novo coronavírus. A COVID-19 e, mais recentemente, a declaração de Estado de Emergência em Portugal levaram a mudanças de hábitos e de rotinas de todas as pessoas e os corredores não são uma excepção.

Entrevista a Gustavo Veloso: “Não quero que o meu último ano seja como está a ser agora”

Gustavo Veloso (W52-FC Porto) é carinhosamente conhecido como o ‘Papá’ do pelotão. Com 40 anos de idade, cumpridos a 29 de Janeiro, o galego comemora esta época 20 anos como corredor profissional, num dos momentos mais conturbados que o mundo já viveu com o surgimento do novo coronavírus, que obrigou à paragem de muitos sectores da sociedade, incluindo o ciclismo. Neste especial ‘Dia do Pai’, em que muitos não vão poder estar com os seus pais, devido à distância social exigida como forma de evitar possíveis contágios, quisemos falar (à distância) com Gustavo Veloso , que para além de corredor profissional é pai e acedeu gentilmente a partilhar connosco como está a viver a crise pandémica da COVID-19.

O que fizeram as equipas lusas até à chegada da pandemia

Ainda nem a meio do ano vamos e já podemos garantir que esta é uma época completamente atípica no que toca ao ciclismo profissional. Tudo se deve à pandemia COVID-19, que obrigou a parar o ciclismo na Europa, se não no mundo inteiro. Um a um, os organizadores anunciam a conta-gotas o cancelamento ou adiamento das corridas sob a sua alçada e em Portugal não é excepção. Como já tínhamos abordado no artigo anterior , três das competições internacionais lusas ficaram por realizar: Volta ao Alentejo e GP Beiras foram cancelados, enquanto a Clássica da Arrábida foi adiada para data incerta, tal como é incerto o final desta crise pandémica. Mas até aqui chegarmos, houve competição e muitos quilómetros foram já percorridos pelas equipas lusitanas.

Ciclismo em tempo de pandemia

Não há muito tempo, estávamos todos ansiosos pelo início de mais uma época de ciclismo, do ano 2020. Nesse tempo, já andava pela China um tal de novo vírus, o coronavírus, posteriormente designado de COVID-19. Aqui, na Europa, pensava-se que não iria chegar. Ou, pelo menos, pensava-se que não iria afectar a vida de todos de uma forma tão drástica como a que estamos a viver.

Alberto Gallego reconquista alegria com vitória em Vagos

“Se já era uma vitória voltar a pôr um dorsal, isto então é incrível. Agradeço eternamente aos meus pais, à minha irmã e aos que estiveram comigo durante todo este tempo tão difícil para mim.” Assim celebrou Alberto Gallego (Rádio Popular-Boavista) no Twitter a vitória lograda, ontem, na Prova de Abertura do calendário luso de estrada . O regresso do corredor espanhol à competição, após um período de quatro anos de suspensão, não poderia ter sido melhor. A alegria na chegada a Vagos substituiu o longo período de tristeza por não poder pedalar o desporto da sua vida. | Ver álbum completo de fotos |

Pelotão luso elite/sub-23: equipas e calendário 2020

Em 2020, Portugal irá contar com nove equipas no escalão Continental e oito equipas de clube sub-23, o que fará com que o pelotão nacional pedale com um total de 17 equipas o calendário nacional, que apresenta algumas mudanças.

Nota à performance das equipas profissionais lusas em 2019

O ano de 2019 trouxe confirmações e surpresas quanto à performance das equipas profissionais lusas. À imagem do artigo publicado pelo Cycling Weekly sobre as equipas WorldTour , também aqui fizemos a nossa classificação relativa ao comportamento da equipa Pro Continental e das oito Continentais lusas no decorrer da temporada. Numa escala de 1 a 10 (sendo 10 a nota máxima), não classificámos nenhuma abaixo de 5, por darmos valor ao trabalho realizado, apesar da falta de vitórias [ver: resultados 2019 ].

Giro em Lisboa com Bettini, Fondriest e Sérgio Paulinho

A minha cidade é, actualmente, um dos locais predilectos do turismo mundial. Lisboa abre diariamente as portas a milhares de turistas, famintos por descobrir os mais belos recantos que a capital portuguesa esconde em cada viela. O turismo da bicicleta é um dos modos que mais adeptos tem ganho para ‘turistar’ por Lisboa e foi com enorme gosto que aceitei a oportunidade de acompanhar o grupo de cerca de 100 italianos, que desembarcou em Santa Apolónia no dia 5 de Novembro, trazendo a bordo do Costa Favolosa  duas altas figuras do ciclismo mundial: Paolo Bettini e Maurizio Fondriest. Sérgio Paulinho ladeado por Paolo Bettini e Maurizio Fondriest em Lisboa

Reencontro olímpico de Paolo Bettini e Sérgio Paulinho em Lisboa

Não é todos os dias que Portugal tem campeões do mundo e detentores de medalhas olímpicas a pedalarem pelas estradas lusitanas. Assim sucedeu neste dia 5 de Novembro, aquando da chegada do ‘Cruzeiro do Ciclismo’ ao porto de Lisboa, trazendo a bordo do Costa Favolosa os campeões do mundo Maurizio Fondriest e Paolo Bettini, também este campeão olímpico de Atenas. À sua espera estava Sérgio Paulinho, ciclista profissional detentor da medalha de prata desses Jogos Olímpicos celebrados na capital grega, no ano de 2004. Sérgio Paulinho e Paolo Bettini reencontram-se em Lisboa no momento em que se cumprem 15 anos dos Jogos Olímpicos de Atenas (Foto: Helena Dias / GFNY Portugal)

Classificação de Portugal com vista aos Jogos Olímpicos de Tóquio

Luis Román-Mendoza , especialista em ciclismo de pista e fundador do site  trackpiste.com , fez-nos um ponto de situação relativo à classificação de Portugal com vista aos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, na vertente de pista.

Entrevista a Tiago Machado: “A nossa Volta continua a ser uma das grandes provas do mundo”

Dez anos separaram Tiago Machado da Volta a Portugal. Em 2019, com a equipa Sporting-Tavira, regressou ao pelotão nacional, após nove anos a protagonizar grandes exibições ao mais alto nível no pelotão internacional. Radioshack, NetApp-Endura e Katusha foram as esquadras nas quais se destacou pela qualidade manifestada nas maiores corridas mundiais, desde as três grandes voltas, as famosas clássicas e até as corridas norte-americanas.

Entrevista a Joni Brandão: “Queria muito ter ganho a Volta a Portugal”

A poucos meses de celebrar o 30º aniversário, Joni Brandão (Efapel) levou a discussão da 81ª Volta a Portugal Santander até ao último cruzar de linha na Avenida dos Aliados. Partiu de camisola amarela para o decisivo contra-relógio individual com o mesmo tempo de João Rodrigues (W52-FC Porto), que acabou por ganhar a prova rainha com 27s de vantagem. Repetiu o segundo lugar do pódio, alcançado já em 2018 e 2015, mostrando ao longo da época e na Volta a Portugal o melhor Joni de sempre, conseguindo o feito de levar a discussão entre duas equipas até ao último segundo da mais mediática prova lusa, algo que não sucedia desde 2012 com a vitória de David Blanco (Efapel-Glassdrive) por 22 segundos sobre Hugo Sabido (LA Alumínios-Antarte).

Entrevista a Luís Gomes: “Agora, sinto-me mais forte”

Luís Gomes cumpriu o sonho de vencer uma etapa na Volta a Portugal. Aos 25 anos de idade, triunfou no alto da Serra do Larouco, ao final da sétima jornada, que viveu integrando uma fuga vitoriosa. Nesse dia, já o corredor da Rádio Popular-Boavista envergava a camisola de rei da montanha, que acabou por conquistar no final da 81ª edição da prova rainha lusa. Luís Gomes sagrou-se rei da montanha da 81ª Volta a Portugal Santander