Portugueses en el pelotón internacional


En el inicio de 2013, los aficionados portugueses conocieron el número de ciclistas lusos pedaleando en el pelotón internacional. Hasta al momento se conocen 15 nombres, sólo uno más en comparación con el número de extranjeros a correr en los equipos continentales portugueses. El intercambio de experiencias es saludable y los equipos deben estar abiertos para recibir  corredores de otros países, pues es una oportunidad de conocer las demás culturas ciclistas.

Sin embargo, la preocupación sigue siendo el gran número de corredores lusos en el paro, o corriendo en una situación muy precaria, simplemente porque la pasión por el ciclismo habla más fuerte. Un caso que llama la atención es el de Bruno Saraiva, dueño de una evolución muy consistente temporada tras temporada. Esperamos que él, y cada uno, logre encontrar su lugar en este deporte y nos siga haciéndonos vibrar en cada carrera, como lo harán en la nueva temporada los ciclistas portugueses a pedalear en el extranjero.

En los equipos ProTour, Rui Costa (05/10/1986) sigue en el español Movistar Team, Sérgio Paulinho (26/03/1980) y Bruno Pires (15/05/1981) en el dinamarqués Team Saxo-Tinkoff, Tiago Machado (18/10/1985) y Nelson Oliveira (06/03/1989) en el luxemburgués RadioShack-Leopard y tenemos la novedad de Ricardo Mestre (11/09/1983 ex Carmim-Prio-Tavira) en el español Euskaltel-Euskadi.

En los equipos Profesional Continentales, Portugal cuenta con José Mendes (24/04/1985 ex LA Alumínios/Antarte) en el alemán Team NetApp-Endura y con la continuidad de André Cardoso (03/09/1984) y Manuel Cardoso (07/04/1983) en el español Caja Rural.

En los equipos Continentales, José Gonçalves (13/02/1989 ex Onda-Boavista) es la novedad en el francés Team La Pomme Marseille y Fábio Silvestre (25/01/1990) sigue en el luxemburgués Leopard-Trek. También tenemos el renacido equipo italiano Ceramica Flaminia-Fondriest, donde harán su debut Amaro Antunes (27/11/1990 ex Carmim-Prio-Tavira), António Barbio (16/12/1993 ex Mortágua), Pedro Paulinho (27/05/1990 ex Liberty Seguros/Feira/Specialized) y Rafael Reis (19/09/1992 ex Caja Rural amateur).

Mes de enero pedaleando en portugués


En los próximos días, los aficionados portugueses tienen mucho que seguir en el ciclismo...

Tiago Machado (RadioShack-Leopard-Trek) vuelve al Tour Down Under, 20-27 de enero, donde el año pasado logró un brillante 3º puesto!!! Aunque no esté presente, no se olvida la victoria de Manuel Cardoso (Caja Rural) en la 3ª etapa en 2010, aún por el equipo Footon-Servetto.

En el Tour de San Luis, 21-27 de enero, el 'pelotón luso' es un poquito más vasto: Sérgio Paulinho y Bruno Pires (Saxo-Tinkoff), André Cardoso (Caja Rural) y José Mendes, que marca su debut por el equipo NetApp-Endura. Esta importante carrera ya dio alegrías a Portugal cuando, en 2008, el equipo luso Palmeiras Resort-Tavira alcanzó la victoria final por las pedaleadas del argentino Martín Garrido, quedó en el 3º puesto de la clasificación por equipos y David Blanco logró el 9º lugar.

Tenemos también el debut de Ricardo Mestre por el equipo Euskaltel-Euskadi, el 27 de enero, en el Gran Prix d'Ouverture La Marseillaise, igual que José Gonçalves por el equipo La Pomme Marseille. Ricardo Mestre seguirá en tierras francesas, donde disputará la carrera Étoile de Bessèges, de 30 enero al 3 febrero.

Argentina, Australia y Francia... Pero no sólo internacionalmente se pedalea en portugués. En territorio nacional, llega al final la Copa de Portugal Onda de Ciclocross con la 5ª prueba puntuable, celebrada el 20 de enero en Vila do Conde. Y se algo termina, otra modalidad empieza... El Velódromo Nacional de Sangalhos recibe la Copa de Portugal de Pista, el 19 de enero, en un primero día en el que todas las categorías disputarán pruebas de velocidad, persecución individual y por equipos, keirin, contrarreloj, scratch y carrera por puntos.

Ciclismo, ciclismo, ciclismo... ¡No pedimos nada más!



Basta de Atropelamentos


Há que mudar mentalidades e comportamentos. A sociedade somos todos nós, a estrada é de todos nós.

Nos últimos tempos temos assistido a uma maré de atropelamentos a ciclistas, profissionais ou simplesmente fãs da bicicleta, que nalguns casos têm levado à morte. Em Portugal, na vizinha Espanha ou noutros países, tem vindo a aumentar o desrespeito por quem anda sobre as duas rodas e a indiferença não é solução. É de louvar iniciativas como a da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), ao promover uma Manifestação Nacional pacífica para o dia 19 de Janeiro, às 15 horas.

"Basta de Atropelamentos"... Lisboa, Porto, Faro, Guarda, Barcelos, Braga, Coimbra, Leiria, Machico, Seia, Vila Nova de Famalicão e Vila Real de Santo António já aderiram a esta iniciativa e mais poderão seguir o exemplo. É necessário chamar a atenção para este problema a fim de não voltarmos a perder vidas como as de Víctor Cabedo, Iñaki Lejarreta, Cristóbal Hermida e Burry Stander, referindo apenas as perdas mais recentes entre outras vidas anónimas. Não queremos voltar a ler mensagens como a de Rui Sousa, ciclista profissional da Efapel/Glassdrive, a recuperar de um recente atropelamento sofrido enquanto treinava com mais companheiros de profissão:

"É DIFÍCIL SER CICLISTA
Hoje sou uma das pessoas mais tristes deste mundo, hoje sinto que a morte esteve realmente perto, feliz por cá ainda estar mas, com uma raiva por dentro que nem imaginam... Onde está o respeito, onde está o civismo, até onde vai a loucura das pessoas. Hoje fui literalmente esmagado entre um carro e uma carrinha, porque o Sr. condutor do carro em plena rotunda fez marcha atrás de propósito e não me assassinou por milagre... EU PAGO IMPOSTOS COMO QUALQUER CIDADÃO, a estrada é o meu local de trabalho, eu faço 30 MIL KM de bicicleta no ano, eu não ando a BRINCAR às casinhas!! Sinto que um assassino me estragou a minha preparação, agora derramo as lágrimas por ter de estar inactivo durante um período indeterminado. E ELE?? VAI CONTINUAR A SUA VIDINHA... Eu terei de estar deitado a recuperar e a alucinar porque a bicicleta e a estrada é a minha vida. Tenho uma fractura no sacro, que desespero!!! Agradecer todas as msg telm, aqui no face, as chamadas telefónicas, agradecer a vossa força e apoio...
HOJE ME DESPEÇO TRISTE, REVOLTADO E ATÉ DESESPERADO MAS UM DIA VOLTAREI AINDA MAIS FORTE, PORQUE NADA DEMOVE O MEU SONHO...
RESPEITEM QUEM ANDA DE BICICLETA E RESPEITEM AS VELOCIDADES EM ESTRADAS SECUNDÁRIAS E TUDO É MAIS FÁCIL...
OBRIGADO A QUEM ME APOIA E ME MOTIVA.
BEIJINHOS E ABRAÇOS"
 

Jogos Olímpicos no feminino, um sonho antigo


À luz de um artigo publicado no “Luso Jornal”, de 02-01-2013, impôs-se no pensamento uma reflexão sobre a possibilidade de Portugal ter uma representação feminina nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. O sonho é antigo, tal como antiga é a dificuldade em torná-lo realidade.

Segundo este artigo, o ex responsável da equipa CSM Epinay Sur Seine e actual responsável da empresa de consultadoria em desporto ACS, Paulo Duarte, apresentou um projecto à Federação Portuguesa de Ciclismo com vista à preparação de uma equipa feminina para participar em tão importante evento desportivo. A ideia consiste em proporcionar às atletas, além da preparação feita em Portugal, a possibilidade de disputar corridas na França e na Bélgica, onde o ritmo competitivo é mais elevado e o nível de profissionalismo muito acima do português que, embora a melhorar, ainda tem muito trabalho pela frente. A somar a isto, nas suas próprias palavras, «a ideia é fazer um protocolo com um clube francês ou com uma associação portuguesa que acredite no projecto».

Conhecendo o trabalho de Paulo Duarte à frente da equipa CSM Epinay Sur Seine, na qual a campeã portuguesa Isabel Caetano tem vindo a encher de orgulho o país pelos valorosos resultados obtidos, esta parece ser uma ideia bastante viável e, se aproveitada pelas autoridades competentes, pode melhorar o futuro do ciclismo feminino luso. Em Portugal, ‘matéria prima’ não falta. Segundo números da Federação Portuguesa de Ciclismo, em 2002 o país contava com 90 atletas no somatório de todos os escalões etários, número que cresceu exponencialmente para 504 no ano de 2012. Impunha-se uma aposta mais séria nesta vertente e a criação, em 2013, de um cargo de direcção na Federação exclusivamente voltado para o desenvolvimento do ciclismo feminino é, sem dúvida, um bom prenúncio do interesse em apostar nas atletas. Há também que proporcionar um maior número de provas, de qualidade igual à vertente masculina, para que a evolução possa ser consistente.

Em Portugal, o ciclismo conheceu grandes ciclistas femininas e uma já figurou entre os maiores nomes internacionais nos Jogos Olímpicos. Tudo poderia ter começado em 1992, nos Jogos Olímpicos de Barcelona, onde a campeã nacional Ana Barros, que marcou toda a década de 90, se viu impedida de competir após um acidente num treino. Nada que a fizesse esmorecer e quatro anos depois esteve em Atlanta, alcançando o 23º lugar na prova de estrada, a 53 segundos da vencedora Jeannie Longo e com o mesmo tempo da 4ª classificada. Portugal também teve uma representação feminina nos Jogos Olímpicos de Verão da Juventude de Singapura, em 2010, com a atleta Magda Martins.

Olhando para o presente e pensando no que poderá ser o futuro, valores não faltam para brilhar no Rio de Janeiro em 2016. Só falta apostar com seriedade no ciclismo feminino e deixar que nomes como a incontestável Isabel Caetano, Celina Carpinteiro e Ester Alves possam continuar a mostrar o bom ciclismo que praticam. Nunca esquecendo as promissoras Joana Ferreira, Ana Rita Reis ou Marisa Santos.

Víctor e Iñaki... un futuro por contar



Las palabras no pueden decir lo que realmente sentimos en un momento como lo de Iñaki Lejarreta. Hace tan poco tiempo hablábamos de Víctor Cabedo. ¿Qué cambió desde ese día de septiembre?... Nada en la protección a los ciclistas, todo en la vida de sus familiares. ¿Nosotros? Seguimos pidiendo más respecto por los ciclistas que, antes de deportistas, son vidas que se pierden y no volverán jamás.


Solamente 1,5m es lo que reivindicamos, solamente tener un poco de calma en la carretera, solamente mirar al otro y VER que allí, en una bicicleta, va una persona. En los días de hoy, el mundo está corriendo, nadie VE a nadie. Pasar por encima de un peatón, de un ciclista, hasta de un perro en la carretera es simplemente lo que muchos hacen en su vida cotidiana. Al contrario de la carretera, en la vida no se matan las personas, pero de igual modo son desvaloradas. Vidas que se pierden, futuros que ya no serán, presentes que se quedan destrozados... Así es el mundo en que vivimos y lo peor es existir la certeza en cada uno de nosotros que nada cambiará, porque seguiremos a tener casos como los de Víctor y de Iñaki, que no pasarán de números para llenar estadísticas.

Podría perderme en líneas sobre sus palmarés, pero eso será lo menos importante en esto momento. Dos vidas, dos ciclistas, dos héroes del ciclismo para tantos aficionados, dos seres que dejan en sus familias una tristeza imposible de amenizar. ¿Y por qué? Es la pregunta que queda. ¿Por qué no vemos al otro? ¿Por qué una vida merece hoy tan poco de nuestra atención? ¿Por qué una persona puede pasar por nosotros y ni la miramos? Eso pasa en la carretera, en el trabajo, en las familias, por veces, hasta entre amigos.


Buscamos los culpables, es natural. Queremos una explicación para el sucedido, es razonable. Ultrapasamos, muchas veces, el límite de informar con exactitud para pasar de inmediato a sacar conclusiones precipitadas, sin ni siquiera investigar lo que realmente ocurrió en el momento del accidente. La única conclusión que logro sacar de estas pérdidas irreparables es... vivimos deprisa demás. Como los conductores de los coches que, infortunadamente, dejaron el futuro de Víctor e Iñaki por contar, también en nuestras vidas corremos, no miramos al otro y, algunas veces, no miramos tampoco a nosotros.

Una vez más volvemos a pedir... se puede esperar unos segundos detrás de un ciclista en la carretera, se puede dar 1,5m de distancia... sólo no se puede traer sus vidas de vuelta.


[Fotos web: Iñaki Lejarreta, Cycling News, Google]

El ciclismo y sus audiencias


Quién siga una carrera ciclista, aunque sea solo uno o dos días, no logrará quedar indiferente con la magia transmitida por un escalador al intentar superarse para llegar al alto de la montaña, al sprinter en sacar con todas las ganas una victoria electrizante, al esfuerzo de tantos por lograr una fuga con éxito o al duro trabajo de algunos para que su líder alcance la victoria. Sin embargo, las cadenas de televisión siguen diciendo que el ciclismo no tiene audiencia.

¿Como es esto posible si quién sigue desde dentro este deporte siente precisamente lo contrario? Tenemos ejemplos claros de que, en realidad, el ciclismo no recibe el mismo trato que el futbol simplemente porque los responsables de las diferentes televisiones no lo quieren. Las tres grandes carreras ciclistas (Tour, Giro y Vuelta) tienen grandes audiencias en todo el mundo y con los Campeonatos del Mundo pasa lo mismo. Podemos también verlo en las carreras nacionales, más precisamente la Volta a Portugal que sigue sorprendiendo a todos con los resultados que logra año tras año. Por eso la pregunta se impone, ¿por qué el desinterés de los responsables de las televisiones por un deporte tan único?

Analizando un poco los datos de la empresa de estudios de mercado, Marktest, en 2012 la Volta a Portugal registró los mejores resultados de atención hacia del espectador durante más tiempo en la retransmisión, una media del 45% de la duración de una etapa. En este año, David Blanco (Efapel/Glassdrive) se convirtió en el penta-campeón de la Volta, consiguiendo su quinta victoria. La etapa más vista fue la 9ª con la contrarreloj (Pedrógão-Leiria), con 6,3% de audiencia media y 32,7% de share. De sus cinco victorias, fue la de 2009 la que más cautivó al público con 9% de audiencia media y 45% de share.

Con los datos de Marktest podemos regresar hasta el año de 2004, donde la victoria general sonrió al español David Bernabéu (Milaneza/Maia) y la 4ª etapa (Viseu-Mondim de Basto) fue la que tuvo mayor audiencia media con 7,5% y conquistando 41,4% de share. En 2005, el ruso Vladimir Efimkin (Team Barloworld) ganó la general y la última etapa en contrarreloj (Viseu-Viseu) fue la más ganadora con 8,7% de audiencia media y 43,4% de share. 2006 fue el año en que se dio la primera victoria de David Blanco (Comunitat Valenciana) en la Volta y por el segundo año consecutivo la última etapa (Idanha a Nova-Castelo Branco) fue la más visionada, atingiendo 6,8% de audiencia media y 35,6% share. En 2007, el inolvidable Xavi Tondo (LA-MSS) brilló en el primer lugar del podio, siendo una vez más la última etapa en contrarreloj (Viseu-Viseu) la ganadora para los telespectadores, alcanzando 9,2% de audiencia media y 46,7% de share. Logrando su segunda victoria de la Volta en 2008, David Blanco (Palmeiras Resort/Tavira) reinó por primera vez con el equipo portugués de Tavira y la (3ª) etapa reina (Idanha a Nova-Torre) fue la más ganadora con 7,6% de audiencia media y 40% de share. De los últimos años, 2009 fue el más señalado no sólo en audiencias conquistadas, sino también por el tercero triunfo de David Blanco (Palmeiras Resort/Tavira), tras la descalificación del portugués Nuno Ribeiro (Liberty Seguros). La última etapa en contrarreloj (Viseu-Viseu) volvió a ser la más vista, con un 9% de audiencia media y 45% de share. En 2010, David Blanco (Palmeiras Resort/Tavira) igualó el record del portugués Marco Chagas con 4 victorias en la Volta. La 4ª etapa (Barcelos-Sra. da Graça) fue la ganadora con su final en el alto del Monte Farinha, atingiendo 6,7% de audiencia media y 38,6% de share. 2011 fue el año en que la victoria habló en portugués con el triunfo de Ricardo Mestre (Tavira/Prio) y, en el domingo, la 9ª etapa (Covilhã-Sertã) fue la más visionada obteniendo 6,6% de audiencia media y 36,1% de share.

Con estos datos, suena un poco rara la excusa de ‘escasez de audiencias’ para que el ciclismo no logre una apuesta más profunda por parte de los medios de comunicación. Si la Volta a Portugal logra estos resultados, ¿no es el momento de la televisión mirar hacia otras carreras también importantes en el panorama ciclista portugués? Aguardemos por mejores días...

¡En tiempos difíciles, momentos inolvidables!


Mientras parece caer el cielo en el ciclismo mundial, en Portugal se vive el sueño de se redescubrir el deporte de las dos ruedas que tanto apasionó los lusos en el pasado. Aunque la televisión y la prensa lo siguen ignorando, porque el futbol y sus peripecias parecen tener más interés, los aficionados no dejan morir el ciclismo y muestran cada vez más su admiración por los héroes de las carreteras. Imagen de esto fue lo que ha pasado este mes de noviembre.

Contra la mayoría de las expectativas, en el día 15, Rui Costa fue elegido Atleta Portugués del Año en la Gala del Deporte, premio alcanzado a través de los votos del público (60%) y de los presentes en la Gala (40%). Más sorprendente queda si uno de los atletas a votación se llamar Cristiano Ronaldo... Las webs extranjeras especializadas en ciclismo enfocaron este hecho y en Portugal no fue diferente. Además, el ciclismo superó el futbol en un país donde eso parece tan irreal y utópico en el momento presente.

Cada señal que llega nos hace soñar con un futuro mejor en el mundillo portugués de las bicis. También este mes se realizó la Gala de Merito Concejil, promovida por la Radio Clube de Santa Maria da Feira, tierra que siempre respiró ciclismo y que en el día 23 vio triunfar este deporte por tres veces. Una vez más el público votó y mostró la admiración que siente por los que hacen de este deporte su vida. Muy merecidamente, el Presidente de la APCP, Joaquim Andrade, vio reconocida toda su vida de ciclista profesional con el Premio Carrera. El Sport Ciclismo S. João de Ver ganó el Premio Club del Año, donde nacen todos los años, por medio de mucho trabajo, jóvenes promesas y de que hace parte el equipo Sub-23 Liberty Seguros/Feira/Specialized, dueña de importantes victorias. También el Director Deportivo de este Club, Manuel Correia, vio valorado todo su trabajo con el Premio Entrenador del Año.

Portugal parece despertar de nuevo para el ciclismo. El público lo quiere, los aficionados lo sienten más que nadie... sólo queda los medios de comunicación darle espacio para él brillar como antes sucedía en las portadas de los principales periódicos nacionales, pues este es sin duda un deporte inigualable.

Marco Chagas... el Gene Kelly portugués


La magia de los clásicos perdura en el tiempo y en la memoria de aquellos que los aprecian. En las películas hay que mirar más allá del tema aparentemente simple de un romance entre los personajes principales. En el ciclismo la fórmula a utilizar es la misma, pero mirando al ciclista e intentando entender en su rostro el grado de superación a cada golpe de pedal, pues este es un deporte que deja al descubierto la personalidad de todos aquellos que nos hacen enamorar por esta modalidad. Así sucedió hace unos años, cerca de 30, con una niña que asistía por televisión a la Volta a Portugal en Bicicleta. En la pantalla, un nombre quedó grabado para siempre en la historia del ciclismo portugués: Marco Chagas...

Rui Costa, Atleta do Ano?


No dia 15 de Novembro, a Gala do Desporto dará a conhecer os vencedores de cinco categorias em votação, entre elas a relativa ao Atleta Masculino do Ano. Rui Costa é um dos cinco atletas finalistas ao prémio e, desde o conhecimento desta notícia, assomou-se o porquê de votar no ciclista da Póvoa do Varzim...

Seria fácil recorrer ao seu palmarés e listar os melhores resultados alcançados ao longo de 2012, a vitória do Tour de Suisse, o 12º lugar no Ranking CQ, o 10º lugar no Ranking UCI WT, o 13º lugar na prova de fundo dos Jogos Olímpicos ou o inédito 11º lugar no Campeonato do Mundo de Estrada. No entanto, ao recordar o ano de Rui Costa, percebesse que há muito mais para além dos quadros das classificações. A temporada começou em Fevereiro e terminou em Outubro. Meses e meses de trabalho, competição e dedicação. Mais de 13.000 quilómetros percorridos, não contando com os treinos e algumas participações em corridas fora do calendário competitivo. Corrida após corrida, foi superando expectativas e atraindo os olhos do mundo para um ciclista português. Mais importante, cativou os olhos do próprio país para este desporto tão esquecido em Portugal pela comunicação social.

São razões suficientes para responder ao porquê de ser considerado Atleta do Ano, mas se mais razões fossem necessárias destacaria a garra e a determinação com que Rui Costa enfrenta cada obstáculo que possa surgir no seu caminho, nunca desistindo de mostrar que o CICLISMO é o mais belo, sacrificado, por vezes doloroso mas sempre fascinante, desporto do mundo.


(escrito em português de acordo com a antiga ortografia)

Portugueses en el Ranking UCI Europe Tour



La temporada terminó y me pregunto si los rankings finales logran contar verdaderamente la historia pedaleada por los ciclistas a lo largo del año. Todos los corredores portugueses presentes en esta clasificación sobresalieron en las carreras lusas y extranjeras. Es difícil destacar un nombre u otro.

 
Sin embargo, valdrá la pena destacar el trabajo del joven Fábio Silvestre en el equipo luxemburguesa Leopard Trek, logrando mantener el nivel de los buenos resultados que venía a obtener en las temporadas anteriores en Portugal y se consagrando Campeón Nacional en Contrarreloj. También André Cardoso hizo un debut notable en el equipo español Caja Rural, se evidenciando en su primera carrera de tres semanas, donde terminó en un grandísimo 21º lugar en la Vuelta a España.

 
En cuanto a las carreteras portuguesas, será justo hablar de los dos primeros clasificados de este ranking. Hugo Sabido sorprendió en la Volta a Portugal, haciendo frente a algunas opiniones desfavorables acerca de la posibilidad de conquistar el trofeo. Se ha demostrado fuerte en la contrarreloj y superó las expectativas en la montaña. Vistió el maillot amarillo, su equipo LA Alumínios/Antarte mantuvo siempre la confianza y el segundo lugar alcanzado fue notable ante un Efapel/Glassdrive imbatible, en el que Sérgio Ribeiro hizo la diferencia una vez más no sólo en la Volta pero también en las demás carreras del calendario luso, donde logró importantes victorias y culminó un año más como el vencedor de la Copa de Portugal y como el mejor Ciclista del Año por la APCP. No es por casualidad que estos dos ciclistas son los dos portugueses mejor posicionados en el Ranking Europeo de la UCI!

Ranking Final UCI Europe Tour 2012 - Ciclistas Portugueses:
91. Hugo Sabido (LA Alumínios/Antarte) 127pts
182. Sérgio Ribeiro (Efapel/Glassdrive) 81pts
198. Manuel Cardoso (Caja Rural) 76pts
254. Rui Sousa (Efapel/Glassdrive) 59pts
285. Ricardo Mestre (Carmim-Prio-Tavira) 53pts
328. Filipe Cardoso (Efapel/Glassdrive) 44pts
334. José Gonçalves (Onda-Boavista) 43pts
417. Samuel Caldeira (Carmim-Prio-Tavira) 33pts
430. Daniel Silva (Onda-Boavista) 32pts
495. Fábio Silvestre (Leopard Trek) 26,5pts
598. António Carvalho (equipa clube: Mortágua) 18pts
599. André Cardoso (Caja Rural) 18pts
656. César Fonte (Efapel/Glassdrive) 16pts
669. Marco Cunha (equipa clube: Liberty Seguros/Feira/Specialized) 15pts
779. Célio Sousa (Onda-Boavista) 11pts
822. José Mendes (LA Alumínios/Antarte) 10pts
832. Nuno Ribeiro (Efapel/Glassdrive) 10pts
837. Sérgio Sousa (Efapel/Glassdrive) 10pts
838. Edgar Pinto (LA Alumínios/Antarte) 10pts
931. Hernani Brôco (Caja Rural) 7pts
949. Bruno Saraiva (Team Differdange) 6pts
989. Vergílio Santos (LA Alumínios/Antarte) 6pts
996. David Livramento (Carmim-Prio-Tavira) 6pts
1024. Nelson Vitorino (Carmim-Prio-Tavira) 5pts
1114. Pedro Paulinho (equipa clube: Liberty Seguros/Feira/Specialized) 3pts
1124. Henrique Casimiro (Carmim-Prio-Tavira) 3pts
1141. Rafael Reis (Caja Rural amateur) 2pts

Por qué...


Es de la condición humana sentir miedo cuando se comienza algo nuevo en la vida. Ni que sea un simple blog. Superado el miedo inicial intentase entender el por qué de iniciar esta nueva aventura...

En pequeña perdía (o ganaba) tardes delante de la televisión viendo la Volta a Portugal... así fue creciendo mi gran pasión: el ciclismo. Es por él y con él que alimento cada día mi gusto por la escritura. En cuanto al ciclismo, no lo alimento con mi pedaleo en la bicicleta, pero sí con el de los verdaderoshéroes de las carreteras’... los ciclistas. La causadora de esta pasión es ‘mi’ Volta a Portugal y un Señor del ciclismo portugués: Marco Chagas. El Tour de France es un símbolo, un mundo aparte. El Giro d'Italia es, sin duda, la carrera más bonita del mundo. La Vuelta a España tiene un lugar especial en mi corazón, como el propio país. De todas las clásicas, mi favorita es la Paris-Roubaix... mi amor.

En el blog Cycling & Thoughts’ iré publicar mis palabras e ideas sobre este deporte. En un país (Portugal) donde el fútbol es rey, hago del ciclismo mi deporte rey. Pero no sólo... También dejaré aquí mis reflexiones acerca de todo y de nada, sencillos pensamientos.

Si me pidieran para describir ‘mi mundo’, resumiría en tres palabras: sueño, ilusión y utopía. El sueño es para ser conquistado. La ilusión nos hace persistir y luchar por lo que queremos ser en la vida. La utopia... es una busca eterna.

Este blog... ¿Por qué ahora? Porque nunca es demasiado tarde en la vida para comenzar sea lo que sea. Aunque no siendo perfecto, yo escribo en español para agradecer al país y su gente que me ha dado la oportunidad de vivir mi sueño de escribir sobre ciclismo, en especial a todos de Pedaleo. Por cierto tendré reflexiones en portugués, pues también este año sucedió algo impensable para mí... ¿Quien me iba a decir que un día estaría a colaborar con la APCP (Asociación Portuguesa de Ciclistas Profesionales)?

Espero que disfruten de este blog tanto como yo ;)